Bienal Sesc de Dança 2019

Acompanhe aqui as resenhas de Ruy Filho sobre o festival. __Daimón De Luis Garay e Maia Chigioni Cis Guanabara, Armazém Todas as metáforas sobre lutar cabem em Daimón. Maia Chigioni dança uma batalha de box com ela mesma. Por não haver oponente, compete contra si. Dança a luta por tempo suficiente e em ritmo impressionante para levar o espectador a um desgaste físico-mental naquilo sobre o qual se projeta. Seu corpo em batalha ou trabalho amplia o do observador inerte até o esgotamento máximo de ambos. No entanto, é nesse excesso de si mesmo que surge a sedução profundamente singular. É impossível não assisti-la para descobrir qual o ponto de seu limite, tanto quanto o próprio nessa espera.

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